quinta-feira, 4 de abril de 2024

.DO PASSADO QUE (FELIZMENTE) NÃO MORA MAIS EM MIM.

E eu me perdi de mim. Ou me perdi do pouco de mim que outrora vivi.

Perdi as rédeas, o controle, a confiança, a autopreservação. Perdi a vergonha, perdi o bom senso. Perdi o limite e a razão.

Diria também que perdi a autoestima, e o amor próprio, mas esses desconfio jamais ter sequer encontrado.

Me perdi em você, e nessa tua forma narcisa de me querer. Me perdi em nós, e nesse insano apego que mora em mim. Me perdi no desejo e nesse sentimento que pulsa e não sei nomear.


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